Falar sobre o desenvolvimento da agricultura no Brasil e no mundo é também abordar um dos principais pilares do desenvolvimento socioeconômico. Afinal, diversas transações comerciais ocorrem graças aos produtos obtidos a partir dessa prática.
A agricultura utiliza um conjunto de técnicas que existem há milênios. Com o passar dos anos e o desenvolvimento da humanidade, novas tecnologias foram desenvolvidas para refinar a prática e trazer ainda mais qualidade para os plantios.
Neste post, saiba como ocorreu o desenvolvimento da agricultura no Brasil e veja quais são as tendências nessa área!
O termo “agricultura” tem como significado “a arte de cultivar”. Em outras palavras, trata-se de diversos métodos utilizados para trabalhar a terra e garantir que gere produtos para as mais diversas finalidades.
Alimentação, produção de bioenergia, matéria-prima de roupas, medicamentos, materiais de construção — todos esses são produtos que podem ser obtidos a partir de técnicas de agricultura.
O desenvolvimento dessas técnicas, por sua vez, permite o aumento da produtividade, da qualidade e do desempenho dos plantios. Desse modo, é possível obter melhores resultados e em menor tempo.
Os registros mais antigos da agricultura são de cerca de 12 mil anos atrás. Diversas civilizações adotaram técnicas para cultivar o solo e garantir uma maior permanência em determinadas terras.
Entre 8 mil a.C. e 5 mil a.C., novas descobertas foram realizadas, como a capacidade de acender e manipular o fogo, mudando a forma como os alimentos eram preparados. O desenvolvimento dessas práticas, inclusive, mudou o estilo de vida de diversos povos, que até então eram nômades.
Conforme os métodos agrícolas se desenvolveram, os produtos começaram a sobrar. Para evitar o desperdício, passaram a ser utilizados como troca, a fim de expandir a variedade de alimentos e insumos agrícolas. Foi assim também que se deu início ao comércio.
Entre os séculos XVIII e XIX, foram desenvolvidas técnicas inovadoras para elevar a produtividade dos plantios, por meio da atividade pecuária, do uso de cavalos, da plantação em larga escala e da aplicação de fertilizantes.
Com a revolução tecnológica do início do século XXI, diversas soluções digitais também foram aplicadas na agricultura. Não é à toa que, atualmente, esse é um campo de alto desenvolvimento no Brasil e no mundo inteiro.
Boa parte do setor agrícola do Brasil, com foco comercial, teve desenvolvimento no século XVI. O cultivo da cana-de-açúcar nas Capitanias Hereditárias fez com que a economia brasileira se movimentasse, principalmente, em torno da monocultura e dos latifúndios.
Com o passar dos anos, o Brasil teve novos focos, como a cafeicultura, que esteve em alta até o século XIX. O século XX, por sua vez, trouxe uma maior variedade de culturas, o que gerou um novo desenvolvimento econômico com diferentes focos.
Atualmente, o Brasil tem mais de 75,4 milhões hectares de área plantada, de acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Desse total, mais de 80% é destinado para o cultivo de grãos.
A agricultura pode ser classificada em extensiva, com o uso de técnicas simples e pequenas extensões de terra, ou intensiva, com alta produtividade agrícola, latifúndios e técnicas mais refinadas.
Além desses dois sistemas de plantio, é possível classificar a agricultura em:
tradicional — também chamada de subsistência, voltada para o autoconsumo;
familiar — feita por pequenos produtores rurais, focada na subsistência da família e na comercialização;
orgânica — o cultivo verde tem como objetivo a promoção da sustentabilidade e do equilíbrio ambiental, com o uso das técnicas agrícolas;
comercial — com foco em produção de larga escala, a fim de atender à demanda econômica mundial.
A produção agrícola brasileira tem foco em poucas culturas. De acordo com os estudos do Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), as culturas mais comuns no Brasil representam cerca de 70% da área agrícola ocupada no país, que giram em torno de:
cana-de-açúcar;
milho;
soja;
arroz;
feijão.
O desenvolvimento da agronomia não para. O surgimento de novas tecnologias só têm acrescentado para o setor agrícola e traz uma série de tendências que vale a pena observar para o futuro. A seguir, confira o que não pode faltar na Agricultura 4.0!
O diálogo em torno da sustentabilidade e da responsabilidade socioambiental afeta as mais variadas esferas da sociedade. Tendo em vista que a agricultura lida diretamente com o meio ambiente e o solo, o uso de ferramentas ambientalmente conscientes se torna fundamental.
A função das tecnologias verdes na agricultura é garantir maior eficiência na produção, porém, com o mínimo de recursos naturais possíveis. Pulverizadores por carregamento eletrostático, por exemplo, são equipamentos que ajudam na diminuição de desperdícios e no controle do uso de água.
Vale a pena também chamar a atenção para a importância da agricultura familiar para o desenvolvimento rural sustentável. De acordo com o Censo Agropecuário de 2017 — o mais recente realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) — esse tipo de produção agrícola equivale a 23% dos estabelecimentos agropecuários do país e oferece cerca de 10,1 milhões de empregos.
O consumo consciente anda lado a lado com o desenvolvimento da agricultura no Brasil e a preservação ambiental. O uso de tecnologias eficientes também tem muito a contribuir para isso e se torna cada vez mais importante para o futuro.
Com equipamentos que atuam em conformidade com o Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve), é possível diminuir a emissão de gás carbônico na atmosfera.
Ao mesmo tempo, máquinas com sistemas de transmissão híbrido, por exemplo, permitem reduzir o volume necessário de combustível para ter uma boa produtividade e um plantio mecanizado mais sustentável.
O desenvolvimento da agricultura também acompanha o aumento da acessibilidade à agricultura de precisão. Afinal, uma produção sustentável e inovadora, com o uso do melhor da tecnologia, não precisa estar disponível apenas para os grandes produtores.
O acesso a diferentes ferramentas e a possibilidade de investir em novos equipamentos de alta eficiência é um ponto importante. Sistemas inovadores de pulverização, colhedoras, adubadoras e demais máquinas e sensores na agricultura são fundamentais para o futuro.
Desse modo, com foco em inovação, sustentabilidade e qualidade, é possível contribuir positivamente para o desenvolvimento da agricultura e fazer parte de um futuro cada vez mais promissor.
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